29 de junho de 2017

Eu, Cris Couto

Segue texto de uma publicação que acabei de fazer nas bandas do Face
Onde meu perfil é comercial
Cris Couto - Div
Para esclarecer
Para fazer o link dos meus escritos
E para fazer valer o valor do escrever
Lá vai:
Ai
Me perguntam
Porque vc não usa no Face o nome que usa no Blog ?
Tina Bau Couto
Meu Blog e Eu
Ou
Mulher tu é a Tina do Blog?
Falei por lá
Mandei por email
Mas aqui não tinha feito o link ainda
Momento respostas
Escolhi outro nome para uso comercial porque achei melhor distinguir uma coisa da outra
Uso coisas publicadas aqui lá e de lá cá
A pessoa se achando Pessoa com heterônimos rarara
E tem também o não ser obrigada a explicar, tipo porque sim
Porque sou dessas
Eis que
O que estou pensando, respondendo a pergunta do Face, é o motivo desse post
Foi assim
Um dia eu sem nem pensar em aqui estar e uma sem noção por aqui, a meus textos publicar
Como se fossem dela tá
Falando em ter o dom
Por mais de um ano isso
Textos na íntegra
Recebendo comentários, elogios, convite para publicar um livro
Uma denúncia anônima chegou a mim e ai
Deu-se um furdunço
Rodei a baiana e a espanhola
Perfil da pérfida excluído
Ela sumida na fumaça
E tudo que fiz, não desfez a apropriação indevida e tantas leituras e sei lá quantos compartilhamentos
Não desceu até hoje
E como já não bastasse, ontem, novo episódio
Resumindo
Uma pessoa que seguia o Blog, pegou um texto publicado lá, usou na página comercial de fotografias que tem aqui,
Entre aspas e com meu codinome do Blog no final,, vale pontuar
Mas, sem dizer a fonte, o nome do Blog que fosse
Ideal seria o link, ainda mais que houve corte do texto original
Eu podia autorizar se fosse consultada
Ou não
Por não querer o que escrevi vinculado as fotos em questão
Porque trabalho com isso e tem um custo
Enfim
Texto apagado
E aviso aqui estampado para fechar junho com esse standard
Apropriação indevida não
Quem vir meus textos por ai
Me conta
Ou de alguém conhecido, mesmo do tipo "desconhecido"
Pegar coisas que escrevi aqui ou lá no Blog necessita do crédito, nome certinho, fonte, marcação e autorização
Então, para os comentário repetidos que ouço:
"Mas são só palavras"
"Você nem gasta nada para fazer uma legenda"
"Num minuto vc escreve um texto"
"Você não devia publicar seus textos, porque as pessoas pegam mesmo"
Tá explicado
Obrigada
De nada

18 de junho de 2017

Remember

De um post que fiz aqui e levei hoje para o mundo Face. Das referências, reverência, do que está em nós e o calendário puxa. 
Tradição nas noites de São João as pessoas irem de porta em porta perguntando: São João passou por aqui? 
E assim em cada casa, todos entram e comem alguma coisa, levam e deixam também, em prato descartável ou na vasilha mais bonita que tem em casa, coberta com pano bordado e rendado. Iguarias simplórias e fresquinhas: canjica, bolos, amendoim, pamonha, lelê, milho cozido, quentão, licor, tudo caprichado no sabor e no amor.
A história do dividir e multiplicar que acabei de ilustrar faz refletir de sobre um contar do compadre Mário Sérgio Cortella, em uma de suas muitas palestras e entrevistas, algumas repetidas muitas vezes, como comida que a gente gosta. Ele fala do hábito, cada dia mais raro, de as famílias ou grupos de amigos marcarem de se encontrar na casa de um e de outro, em datas festivas ou em dias de domingo e o combinado ser cada um levar um prato, uma colaboração e cada um levando uma coisa o gasto não fica para uma pessoa só, os sabores e temperos são variados, a fartura é certa e o mais interessante de tudo é que cada um só levando um pouquinho, leva pra casa sempre muito mais que levou. 
E nessa magia da partilha dos alimentos e dos sentimentos, dos domingos e do São João, que não nos falte o pão de cada dia, o papo no portão, o prato do dia ser agradecer por termos o que comer, com quem dividir, quem divida conosco. Tenhamos também mais prazer nos preparos, na escolha de onde ir almoçar quando for da vontade ou necessidade almoçar fora, prazer ao comer, olhando para quem tá do lado e não para as telas dos celulares, cada um com seu gosto, sem desperdícios, com etiqueta ou no modo comer de mão (adoro), com porções generosas de emoções, sensações, alimentando a memória afetiva dos alimentos, o saber o prato predileto, a sobremesa preferida de quem amamos, tudo junto e misturado, salpicado de fartura e ternura. 

16 de junho de 2017

Como Luis

Pergunta do marido preparando o café hoje:
"O pão é como Dona Maria ou como Seu Luis"
Como Luis, pedi 
É que voinha passava manteiga no pão dele raspando 
Longe 
Tipo economia 
Quando ela virava as costas, voinho completava com gosto, de fechar o pão, apertar e sair manteiga pelos lados 
Se pegava ele no flagra, perguntava:
Está fazendo o que  Luis?
Resposta com sorriso de canto de boca, amanteigado 
- Estou limpando a faca Maruja!

13 de maio de 2017

Eu mãe

Da série eu mãe 
Os personagens principais
E o coadjuvante 
Ou pode ser o personagem do curta 
E os dois do longa, da trilogia 
Enfim 
Os sem fins de mim 
#eleeeu 
#maridofilhoirmão
#meus 

16 de fevereiro de 2017

Do com viver (e sem tb)

Sem esperar o coletivo, imaginei se cada um começar a categorizar discussões como quem coloca etiqueta em pastas ou potes de plástico, ia ser a nova revolução mundial.
Menos nunca foi tão mais, na moda, na quantidade de informação (quem diria), no dar e ouvir opiniões, no ser seletivo em demasia pra comer, sem freio pra beber. Enfim e sem fins dos excessos de cada dia que andam tirando as coisas dos eixos, da ordem.
E assim, como trabalho de formiguinha, largar de opinar e postar tanto nos apps de papos e redes "sociais",  para abafar e se sobrepor ao sisisi dessa cigarrada que tá o mundo, um tal de opinar sobre tudo, tomar partido, tomar as dores, não há consenso sobre se um vestido claramente azul e preto é azul e preto! Olha onde chegamos!
A falta de pertencimento a causas diversas, das bobas as com sentidos e sentimentos e de maleabilidade com tudo que destoam de uma mesma convicção, crença, ideologia, tem erguido muros entre as pessoas, tão surreais quanto aquele que criticamos enquanto assistimos ao jornal ou damos um Google.
A Internet parece ter  credenciado o jornalista, psicólogo, médico, filósofo, sociológico não formado com a devida capacidade em cada um. Tenho inveja e admiração dos seus Tonhos e Tianas das roças mundo afora que não sabem nem quem é Trump, que diacho é Safadão, Neymar e sei lá mais quem.
Lidar de maneira minimamente respeitosa com nossas e certezas e com as dos demais, seja as de um mendigo ou de um juiz é como se diz, na verdade se dizia, porque ditado popular não é mais popular: "O direito de um começa onde termina o do outro". E tenho dito!

25 de janeiro de 2017

Salve São Paulo




Do meu me achar ao entrar
No infinito e particular de Sampa
Porque hoje é o aniversário dela
Cidade da garoa
Do velho e do novo
Que nunca dorme
Grafitada e variada
De gente por mim amada

12 de janeiro de 2017

Ai...

Eu sem sono, zapeando pela TV paro numa entrevista com uma escritora que era blogueira, virou colunista do site da Folha e passou a ser do Jornal impresso e já publicou livros e conheço pelo nome e alguns textos. (Segundo ela, dando num Google 90% não é de autoria dela.)
Ela é ansiosa e não vê isso como defeito e acha impossível todo mundo não ser ansioso e dentro de todos os padrões. Não é uma moça fofa, super educada, que fala baixinho, não diz palavrão e não é menos menina, mulher, melhor em muitos quesitos que muitas dessas criaturas idealizadas por muitos homens, sogras e quem quer que seja, mas é pra casar ou não precisar casar pra ser feliz.
Ela já deu foras com textos, opiniões, ela fala bem oralmente,  e ela me fez ter vontade de escrever, me lembrou que eu adoraria ter uma coluna remunerada em um site ou impresso com um número considerável de leitores, no quanto já pensei, busquei, desisti, pensei de novo e engavetei reunir escritos meus publicados aqui e inéditos em um livro. Sonho de ser publicada pela Companhia das Letras, participar da Flip como escritora sem ainda nem ter ido como leitora. "Não sei o que eu quero, mas eu sei o que não quero" igualzinho ao Wood Allen.

1 de janeiro de 2017

Oi 2017

Do meu amar pulseiras, azul, prata, asas, búzios
Na medalhinha, um miúdo e lindo detalhinho:
Um passarinho
Por leveza, lindezas, liberdade
Paz e amor
2017 eu estou aqui
#detalhesquemetraduzem
#pormaismiudezas