13 de maio de 2017

Eu mãe

Da série eu mãe 
Os personagens principais
E o coadjuvante 
Ou pode ser o personagem do curta 
E os dois do longa, da trilogia 
Enfim 
Os sem fins de mim 
#eleeeu 
#maridofilhoirmão
#meus 

16 de fevereiro de 2017

Do com viver (e sem tb)

Sem esperar o coletivo, imaginei se cada um começar a categorizar discussões como quem coloca etiqueta em pastas ou potes de plástico, ia ser a nova revolução mundial.
Menos nunca foi tão mais, na moda, na quantidade de informação (quem diria), no dar e ouvir opiniões, no ser seletivo em demasia pra comer, sem freio pra beber. Enfim e sem fins dos excessos de cada dia que andam tirando as coisas dos eixos, da ordem.
E assim, como trabalho de formiguinha, largar de opinar e postar tanto nos apps de papos e redes "sociais",  para abafar e se sobrepor ao sisisi dessa cigarrada que tá o mundo, um tal de opinar sobre tudo, tomar partido, tomar as dores, não há consenso sobre se um vestido claramente azul e preto é azul e preto! Olha onde chegamos!
A falta de pertencimento a causas diversas, das bobas as com sentidos e sentimentos e de maleabilidade com tudo que destoam de uma mesma convicção, crença, ideologia, tem erguido muros entre as pessoas, tão surreais quanto aquele que criticamos enquanto assistimos ao jornal ou damos um Google.
A Internet parece ter  credenciado o jornalista, psicólogo, médico, filósofo, sociológico não formado com a devida capacidade em cada um. Tenho inveja e admiração dos seus Tonhos e Tianas das roças mundo afora que não sabem nem quem é Trump, que diacho é Safadão, Neymar e sei lá mais quem.
Lidar de maneira minimamente respeitosa com nossas e certezas e com as dos demais, seja as de um mendigo ou de um juiz é como se diz, na verdade se dizia, porque ditado popular não é mais popular: "O direito de um começa onde termina o do outro". E tenho dito!

25 de janeiro de 2017

Salve São Paulo




Do meu me achar ao entrar
No infinito e particular de Sampa
Porque hoje é o aniversário dela
Cidade da garoa
Do velho e do novo
Que nunca dorme
Grafitada e variada
De gente por mim amada

12 de janeiro de 2017

Ai...

Eu sem sono, zapeando pela TV paro numa entrevista com uma escritora que era blogueira, virou colunista do site da Folha e passou a ser do Jornal impresso e já publicou livros e conheço pelo nome e alguns textos. (Segundo ela, dando num Google 90% não é de autoria dela.)
Ela é ansiosa e não vê isso como defeito e acha impossível todo mundo não ser ansioso e dentro de todos os padrões. Não é uma moça fofa, super educada, que fala baixinho, não diz palavrão e não é menos menina, mulher, melhor em muitos quesitos que muitas dessas criaturas idealizadas por muitos homens, sogras e quem quer que seja, mas é pra casar ou não precisar casar pra ser feliz.
Ela já deu foras com textos, opiniões, ela fala bem oralmente,  e ela me fez ter vontade de escrever, me lembrou que eu adoraria ter uma coluna remunerada em um site ou impresso com um número considerável de leitores, no quanto já pensei, busquei, desisti, pensei de novo e engavetei reunir escritos meus publicados aqui e inéditos em um livro. Sonho de ser publicada pela Companhia das Letras, participar da Flip como escritora sem ainda nem ter ido como leitora. "Não sei o que eu quero, mas eu sei o que não quero" igualzinho ao Wood Allen.

1 de janeiro de 2017

Oi 2017

Do meu amar pulseiras, azul, prata, asas, búzios
Na medalhinha, um miúdo e lindo detalhinho:
Um passarinho
Por leveza, lindezas, liberdade
Paz e amor
2017 eu estou aqui
#detalhesquemetraduzem
#pormaismiudezas